Oposição bate o pé e força o adiamento da neo-CPMF
Ficou para a próxima terça-feira (3) a votação da nova CPMF. Deve-se o adiamento, sobretudo, a barricadas erguidas por PSDB, DEM e PPS.
Pesou também uma dúvida do generalato governista quanto à unidade de sua tropa. O líder do PR, Luciano Castro, por exemplo, dizia estar “desconfortável”.
Munida de faixas e de cofrinhos que simbolizavam as arcas cheias do governo a oposição foi ao plenário disposta a resistir.
Minoritária, a tropa do contra lançou mão da única arma de que dispunha: o regimento interno da Câmara. Por pouco a intoxicação do ambiente não resultou em tapa.
Majoritário, o consórcio governista provavelmente prevaleceria. Mas teria de resistir a manobras protelatórias que empurrariam o confronto para a madrugada desta quinta.

























































